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Reserva de Burros – Alvados
Na reserva de burros existem passeios direccionados a todas as idades, que poderão ser efectuadas mediante marcação prévia, através do número de telefóne 966 229 408. O objectivo principal é fomentar o convívio entre os turistas, os burros e a natureza. A reserva dispõe também de uma casa destinada ao turismo rural. Situada em na freguesia de Alvados, em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, a reserva de possibilita passeios de burro através das pastagens naturais, ao longo dos trilhos serranos. No decorrer destas caminhadas, os visitantes poderão ainda ficar a conhecer grutas inexploradas e moinhos de vento. São disponibilizados vários programas para diferentes idades. Destaque para uma série de planos para caminhadas infantis destinadas aos alunos do Ensino Básico de 1º e 2º ciclos. De entre todas actividades permitidas, salientam-se ainda os pic-nics, as festas de aniversário, e os passeios de carrocinha.
http://www.reserva-de-burros.com
Os moinhos de vento
Dos vários moinhos do concelho, apenas três estão actualmente em actividade. Em S. Miguel, Cabeça de Alqueidão da Serra e Pevide ainda se procede a transformação do grão em farinha através das mós de pedra. Um recordar de tempos passados. Situadas no alto das colinas, para terem o vento por energia, estas construções simbolizam os artesãos rurais e os seus conhecimentos. Locais a visitar para conhecer técnicas antigas e a sua magia. Há vários moinhos no concelho, nomeadamente, em S. Miguel, Bezerra, Telhados Grandes, Portela de Vale Espinho e Cabeço Grande. Linha de Caminho-de-ferro da Bezerra – Serro Ventoso
Da outrora activa linha de caminho-de-ferro da Bezerra, restam agora alguns trilhos, rodeados por uma interessante paisagem natural. O caminho-de-ferro servia de meio de escoamento do carvão extraído das Minas da Bezerra. A linha de caminho-de-ferro, que ligava as minas a Porto de Mós, apresentava um trajecto irregular que lhe permitia vencer a estrutura da Serra da Pevide. As Minas de Carvão da Bezerra entraram pela primeira vez em funcionamento em 1740. No entanto, até 1876 tiveram uma exploração muito inconstante. Entre 1885 e 1888 deu-se o período de maior expansão da actividade mineira de Bezerra.
As Minas ficaram reconhecidas pela população porque a empresa proprietária foi uma das maiores do distrito até aos finais da Segunda Guerra Mundial (1945). Actualmente, as explorações no local encontram-se inactivas. Casa da Olaria – Alcaria
Um local em que se pode conjugar o turismo rural com a arte de moldar o barro. A Casa da Olaria organiza workshops aos fins-de-semana, nas quais são ensinadas as técnicas tradicionais de cerâmica. A Casa da Olaria nasceu em 1997, por iniciativa de um casal que desejava construir um local que permitisse fazer turismo rural e frequentar um atelier de cerâmica. Ao longo de dois fins-de-semana os turistas/aprendizes podem conhecer um espaço rodeado de natureza, mas também ficar a conhecer as artes de moldar, pintar e cozer as peças de olaria. Cisternas
A escassez de água levou os antepassados de várias freguesias do Concelho a construir cisternas de captação de água. Mendiga, Arrimal, Juncal e Pedreiras são os locais mais marcados por estas construções rústicas, frequentemente adjacentes às habitações da população. A permeabilidade dos solos da região da Estremadura e Beira Litoral leva a que, muitas vezes, haja uma escassez de água. Para combater este flagelo, muitas pessoas optaram por construir sistemas tradicionais de captação de águas pluviais, as cisternas.
De várias formas e tipos, as cisternas apresentam-se normalmente como tanques de recolha de água proveniente dos beirais do telhado ou de eiras ou afloramentos rochosos onde se cavam sulcos. Hoje em dia, as cisternas são normalmente substituídas por fontes. O funcionamento é semelhante, com a diferença de já não ser necessário retirar a água manualmente e de possibilitar um armazenamento de maiores quantidades.
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